Confessy - [...]BONS TEMPOS QUE NÃO VOLTAM[...]

[...]BONS TEMPOS QUE NÃO VOLTAM[...]

anonymous

2025-07-17 | 09:50:55

Era uma tarde abafada no IFMT – o tipo de calor que deixava o corpo suado só de existir. As aulas já tinham acabado, e o campus estava esvaziando devagar. Eu e João Gabriel Santana trocávamos olhares há semanas, talvez meses, fingindo que era só amizade. Mas a tensão entre nós estava fervendo, pronta pra explodir. E foi naquele dia, no improviso da hora, que tudo aconteceu. Nos desviamos do caminho do resto da galera e seguimos pro fornão, a quadra poliesportiva nos fundos do campus. Atrás dela, onde ninguem podia nos ver, encontramos nosso esconderijo perfeito. O calor ali parecia mais denso, mais vivo, como se já soubesse o que estava prestes a acontecer. Quando nos encaramos, não teve mais espaço pra palavras. Eu o empurrei com firmeza contra a parede de concreto quente, e o beijo veio faminto. As bocas se encontraram com urgência, dentes raspando, línguas se misturando com desejo acumulado. Minhas mãos desceram pelo corpo dele sem hesitação, agarrando, apertando, descobrindo cada curva. A bunda dele… Meu Deus. Desde sempre eu era obcecado. Redonda, firme, feita sob medida pra mim. Naquele momento, ali mesmo, tirei a calça dele com pressa, deixando ele exposto pra mim, vulnerável, entregue. Ele se virou sem dizer nada, só se apoiou no concreto e empinou — como se dissesse: "é seu". E foi. Sem pedir licença, sem hesitar. Eu entrei nele com força, com vontade, com tudo o que vinha reprimindo por tanto tempo. Cada estocada era intensa, suada, animalesca. Ele gemia baixo, tentando se conter, mas eu sabia que ele tava amando. Eu segurava firme na cintura dele, sem piedade, sem pausa, dominando cada segundo daquele momento. João era meu. Ali, atrás do fornão, ele se abriu inteiro pra mim, e eu fui o homem que ele sempre quis que eu fosse. Terminei ofegante, suando, com a mão ainda marcada na pele da bunda dele. Ele se virou depois, olhos meio úmidos, sorriso malandro, a respiração descompassada. Aquilo foi mais do que tesão. Foi a primeira vez. E até hoje eu lembro com saudade daquele cuzinho — quente, apertado, delicioso, inesquecível. João pode até fingir que foi só uma vez, mas eu sei: ali, naquele canto escondido do IFMT, a gente viveu um fogo que nunca se apagou.❤️

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